Transcrição – HQ Especial Dia do Podcast – Podcasts Amigos da Diversidade

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Transcrição – HQ Especial Dia do Podcast – Podcasts Amigos da Diversidade

 

(Nota: a transcrição é um recurso de acessibilidade que viabiliza o acesso para pessoas com alguma deficiência auditiva, além de ser um mecanismo eficiente de consulta para o conteúdo do podcast. Não pretende, portanto, substituir a audição do programa, mas, sim, complementá-la)

 

Vinheta de abertura: entre efeitos sonoros de impacto, uma voz com reverberação anuncia “HQ DA VIDA, o seu podcast sem quadrinhos.”

 

(Trilha sonora de Background alusiva a histórias em quadrinhos)

 

Dann: Olá, ouvinte. Aqui é Dann Carreiro.

 

Sidney: Eu sou Sidney Andrade e esse… (Efeito sonoro: vinil arranhando) Esse não é nada, menino. Não é HQ da Vida, não é HQ de Bolso, não é HQpedia. O que tá acontecendo? O que a gente tá fazendo aqui hoje? Nem era pra tá saindo esse programa hoje, Danilo!

 

Dann: Primeiro que o povo deve estar assim, “Uai, o que esses viados estão pensando?” Lançou episódio ontem no feed, já tá colocando coisa no feed? Será que é treta?

 

Sidney: Todo ouriçado… Outra treta? Não, gente. Não, calma.

 

Dann: Não é treta, gente. Hoje a gente não tem HQ da Vida, não é HQ de Bolso, nem é o HQpedia que vai chegar pra vocês no dia 30. A gente está aparecendo aqui no seu ouvido, nesta data querida, porque dia 21 de outubro é comemorado o Dia Nacional do Podcast.

 

Sidney: Num é, menino! E olha só, pra a gente marcar essa data maravilhosa, a gente quis fazer do nosso jeitinho. O que foi que a gente fez? A gente fez uma lista de podcasts LGBT Friendly. O que isso quer dizer, Dann?

 

Dann: Quer dizer que ou a pessoa é um membro da comunidade LGBT, ou ela não é idiota.

 

(Efeito sonoro: Yes, baby! Bam!)

 

Sidney: (entre risos) Exatamente. O que tem sido raro ultimamente, não é mesmo?

 

Dann: Brincadeiras à parte, é porque existem podcasts que têm homens cis héteros, ou mulheres cis héteros e, na verdade, apesar de eles serem cis héteros, eles têm empatia pela causa LGBT. E geralmente são pessoas que a gente considera que estão conosco na causa.

 

Sidney: Isso. O que foi que a gente fez? Lá nas nossas redes sociais, lá no Facebook e lá no nosso Twitter, a gente pediu pra os nossos seguidores indicarem pra a gente podcasts pra a gente compor essa lista. Com base em dois critérios simples. O primeiro critério, podia ser podcasts que eram feitos, produzidos por pessoas LGBT, ou seja, que têm membros LGBT na equipe. Ou, mesmo que não tenham membros na equipe, que mesmo assim as pessoas fora do meio LGBT, que esses podcasts tratem do universo LGBT sem preconceitos. Era simples, não é? Um critério super simples. Parece até aquele teste de Bechdel, lá das narrativas, pra saber se as narrativas são minimamente representativas para as mulheres. Foi simplérrimo o nosso critério. E a gente conseguiu, menino, uma lista enorme, imensa. E a gente tá aqui para indicar alguns dessa lista. Que a lista inteira você vai conferir lá no nosso site.

 

Dann: E lembrando que essa lista pode e deve sempre aumentar. Se você quiser indicar um podcast que ouve e que é amigo da diversidade, preencha o formulário no nosso site. E a gente promete que vai permanecer atualizando essa lista, toda vez que chegarem indicações novas. Ok?

 

Sidney: Exatamente. A gente quer aumentar cada vez mais e mais essa lista. Então, você vai lá em WWW.hqdavida.com.br e lá tem esse formulariozinho que você preenche, pra você indicar o seu, chegar lá na nossa planilha, e a gente ir aumentando a lista cada vez mais. Pra a gente tentar ir colorindo cada vez mais a podosfera brasileira, pra ela ficar cada dia menos sem preconceito.

 

Dann: E aí, nós fizemos uma lista de 10 podcasts, 5 indicados por mim e 5 indicados por Sidney, do que os ouvintes nos indicaram. Ok. Dentre as indicações, nós selecionamos 5 cada um, pra poder falar um pouquinho pra vocês deles.

 

Sidney: E pra dar um gostinho pra vocês aqui nesse episódio. A gente vai mencionar, e vocês vão escutar um trechinho de cada podcast aqui, pra vocês terem o sabor e ir lá procurar também, pra vocês colorirem seus ouvidos.

 

Dann: E lembrando, se você é popcaster e não ouviu o seu episódio sendo anunciado aqui, preencha essa lista. Ou se tá lá na lista e não foi indicado aqui, saiba que alguns que estão lá na outra lista também a gente adora, é amorzinho. Mas como a gente tinha que selecionar 10, a gente pegou pessoas que compõem o podcast e são LGBTs, ou mulheres, no caso, que vai ser uma das últimas indicações. Ok?

 

Sidney: Isso, aqui a gente tá indicando 10. Na lista tem 40 podcasts, entendeu. Se o seu nome não tá aqui, procura lá também. E se não tiver lá na lista da postagem da gente que tá linkada nesse episódio também, você indica pra a gente, se você passa num desses dois critérios. Não é mesmo?

 

Dann: Ok. Nós vamos te mandar a carteirinha de vinhada! 9risos)

 

Sidney: Nós vamos estar emitindo, o Sindibicha vai estar entrando em contato com vocês, emitindo as vossas carteiras, ou de LGBT ou de LGBT honorário.(risos)

 

Dann: É isso. Então, Sid, qual é o primeiro que você vai indicar e por quê?

 

Sidney: Olha só, eu, como bom potterhead que sou, não é mesmo… Inclusive, tô passando uma barra de organizar todo um spin off sobre Harry Potter lá na Cracóvia, lá no É Pau É Pedra, quero indicar aqui, porque eu fiquei com os olhos brilhando quando esse podcast apareceu lá na lista, que é o Podcast Animagos. Vocês acreditam que tem um podcast que o pessoal lá fala só sobre Harry Potter, todo episódio? (risos) E é feito, o que é mais maravilhoso ainda, por LGBTs. Olha, pra quem é potterhead, é um prato cheio porque, como a gente já tá nessa barra de estar entre coisas, de sendo produzidas coisas novas de Harry Potter, e tá saindo filme novo e tal; eles sempre comentam notícias e você sempre fica por dentro das fofoquinhas sobre o mundo da J. K. Rowling. Ai, é maravilhoso, eu adoro.

 

Dann: Vale a pena. O Igor Moretto, que é um dos hosts lá do Animagos… E eu estou, agora, numa temporada maratona de Animagos. Então, essa indicação aí é ótima!

 

(INÍCIO DO CLIPE DE ÁUDIO)

 

(ABERTURA DO PODCAST ANIMAGOS)

 

Igor: Oi, Gente! Sejam bem vindos ao episódio número 23 do podcast Animagos. Acho que é a primeira vez que eu sei o número do episódio sem precisar perguntar pra alguém.

 

Renato: Verdade.

 

Igor: Hoje, os participantes são muito especiais. Primeiro, vocês já conhecem, o Renato e a Nayara, que estão aqui comigo. Falem oi.

 

Nayara: Hello. Oi.

 

Renato: Olá.

 

Igor: E tem duas participantes especiais. A Larissa, que é do Sonseriníssima no Youtube. Fala oi, Larissa.

 

Larissa: Oi, gente.

 

Igor: E a Nuara Costa, que ela, além de ser do Potterish, o pior site do Brasil de Harry Potter…

 

Nuara: Ei! (risos)

 

Igor: Quer dizer, o maior site do Brasil, eu quis dizer (risos). E também do canal O Eleito. Fala oi, Nuara.

 

Nuara: Oi, minha gente.

 

Igor: E nós, hoje, vamos falar sobre as notícias mais recentes que saíram desde os dois últimos episódios que a gente não fala de notícias…

 

(fim do clipe de áudio)

 

(FADE IN E FADE OUT DA TRILHA SONORA)

 

Dann: E agora, o próximo que eu vou indicar são para pessoas fãs de RuPaul’s Drag Race. E aí, tem o podcast The Library Is Open. Pra quem não sabe por que é library, na verdade, a gente usa o verbo de ler as pessoas. E ler é fazer um shadinho básico. E é por isso que o podcast chama The Library Is Open, que é um quadro que tem dentro do RuPaul também, dentre as várias tarefas que as queens executam. Então, é um podcast que vai ao ar toda segunda-feira, às 21h, ao vivo, na Rádio Sense. E depois vai para o feed. Todos os feeds, inclusive, que a gente tá… Todos os episódios que a gente tá citando tem feed e a gente tá linkando na postagem. Exceto um que eu vou puxar a orelha lá na frente. (risos)

 

Sidney: Já, já a gente chega.

 

Dann: É a minha barra de vida. Vamo lá.

 

Sidney: Ai, menino, você sabe que toda vez que você menciona o The Library Is Open, eu fico me sentindo culpado, minha carteirinha aqui do Sindibicha fica ameaçada, porque eu não assisto RuPaul. Eu fico um pouco temeroso de ser destituído. Mas, gente, é por causa da acessibilidade, não é por outra coisa. É falta de acessibilidade.

 

Dann: Quem sabe você consegue acompanhar o universo de RuPaul começando por um projeto que talvez vai nascer aí de RuPaul’s Drag Race em outra podosfera aí. Não posso dizer informações sobre isso, porque talvez não vai sair esse projeto. Mas vamos lá.

 

Sidney: Pois é, mas o legal do The Library Is Open, apesar de eu não assistir RuPaul, eu escuto, às vezes, os meninos lá. E é legal que, quando tá na temporada de RuPaul, eles comentam os episódios. Quando não tá, eles falam sobre temas do mundo LGBT. O último, inclusive, sobre bissexualidade tá muito legal. Eu acabei de ouvir e tá maravilhoso. Recomendo lá o pessoal do The Library Is Open também.

 

Dann: Tem um episódio de Stonewall também deles. Muito bacana.

 

Sidney: Olha só, tudo que você precisa saber da cultura viada tá lá no The Library Is Open, gente. Vai pra lá.

 

(INÍCIO DE CLIPE DE ÁUDIO)

 

(ABERTURA DO PODCAST THE LIBRARY IS OPEN)

 

Locução: Hello, hello, hello! Você está na Radio Sense!

 

(FADE IN E FADE OUT DA TRILHA SONORA)

 

Rodrigo: Olá, amores da nossa vida. Estamos começando mais um The Library Is Open, edição número 74. Asterisco… Não, isso não é um asterisco. Isso é um…

 

Theo: Isso é um sustenido.

 

Caio: É um jogo da velha.

 

Rodrigo: Não sei como fala isso em Português. Número 74 do The Library Is Open. Hoje, pra falar sobre um tema que a gente já tá devendo há muito tempo e que, graças a deus, não tem nada a ver com RuPaul’s Drag Race… Ai! Pode falar isso? Não sei se pode…

 

Theo: Pode.

 

Caio: Claro que pode.

 

Rodrigo: Ai, não sei, tô me censurando aqui. Eu sou Rodrigo Cruz.

 

Theo: Eu sou Theo Caetano.

 

Caio: E eu sou Caio Braga.

 

Rodrigo: E hoje nós temos aí um episódio super especial, pra falar sobre visibilidade Bi.

 

(FIM DO CLIPE DE ÁUDIO)

 

(FADE IN E FADE OUT DA TRILHA SONORA)

 

Dann: E o próximo, Sid?

 

Sidney: vamo lá, menino. A minha próxima indicação é um podcast novinho, que tá aí começando, mas já tá aqui no meu coração, no meu peito, que é o Dá em Nada. O Dá em Nada eu conheci graças a um grupo de outro podcast que a gente vai mencionar mais pra frente. Mas ele é produzido por dois cearenses maravilhosos. A cada 10 dias, eles fazem comentários sobre cultura pop de um jeito bem despretensioso, e eles levantam temas importantes, temas relevantes, temas polêmicos também, e discutem. Mas também discutem sobre cultura pop em geral, música, cinema, séries. É um bate papo bem descontraído. Os meninos são maravilhosos lá do Da Em Nada. Eu comecei a ouvir recentemente, já estou apaixonado. Já estou em dia, inclusive, porque ainda tá no começo, deu pra maratonar rapidinho. E eu já estou devidamente maratonado com o pessoal do Dá em Nada. Gente, escuta lá também, que é feito por dois LGBTs, são dois rapazes… Vamos prestigiar, não é mesmo?

 

(INÍCIO DO CLIPE DE ÁUDIO)

 

Marcio: (cantando) O suingue da loba. Suingue da loba…

 

Gabriel: Diretamente dos estúdios faraônicos…

 

Marcio: Faraônicos.

 

Gabriel: De rádio…

 

Marcio: e podcast… A gente tá começando mais uma edição do Dá em Nada. É o Dá Em Nada número 12. É o 12? É o 12…

 

Gabriel: É o 12. Caramba.

 

Marcio: É o número 12. Olha aí…

 

Gabriel: É o número da criança, né… (risos)

 

Marcio: O Dá Em Nada está fazendo aniversário de 12 edições. Ou seja, tá dando certo, né, gente.

 

Gabriel: Será? Será que tá dando certo?

 

Marcio: Acho que tá. Eu acho que tá funcionando.

 

Gabriel: Será que tá dando em alguma coisa?

 

Marcio: eu não sei… (risos) eu sei que, a cada edição, os nadicas tão surpreendendo a gente. Ajudando a gente a bater recordes de streamings nas plataformas.

 

Gabriel: Não são uns números, assim, estrambólicos, mas tá crescendo. A gente tá notando o crescimento.

 

Marcio: Não é tipo, nossa, primeiro na billboard. Tipo, bateu a Taylor Swift. Mas… Já é alguma coisa.

 

Gabriel: Mas, assim, no Camboja, né…

 

Marcio: É… (risos)Pra um podcast feito assim num quartinho, no fundo de uma garagem, eu acho que tá dando certo.

 

Gabriel: Não, que nada. Os estúdios faraônicos de rádio…

 

Marcio: chiquerésimos.

 

Gabriel: Pilastras de ouro. É faraônico, né? Um estúdio faraônico.

 

Marcio: Patrocínio da Heineken, entendeu. Da Skol Senses.

 

Gabriel: Eles são inimigos, né, a Heineken e a Skol…

 

Marcio: Tu acha que a gente tá sempre bêbado… Ah, é mesmo? Ah, então tu é patrocinado pela Heineken, e eu sou patrocinado pela Skol…

 

Gabriel: Patrocinem a gente…

 

(FIM DO CLIPE DE ÁUDIO)

 

(FADE IN E FADE OUT DA TRILHA SONORA)

 

Dann: Engraçado, eu gosto de podcasts que não tem o nome cast no podcast.(risos)

 

Sidney: Eu também! Eu prefiro.

 

Dann: E falando nisso, seguindo essa linha de podcast que não tem o nome cast no nome, vamos indicar Um Milkshake Chamado Wanda. Quem é aqui nosso ouvinte do HQ já ouviu o programa do Samir Duarte.

 

Sidney: Uhum. O Um Milkshake não podia faltar aqui nessa lista porque ele é o carro chefe aí da podosfera LGBT, é o que tem mais ouvintes, é o que tem mais proeminência na podosfera. Produzido lá pelo pessoal do Papel Pop também…

 

Dann: Então, gente, lá vocês vão ter noticias, fofocas, opiniões e bom humor sobre o mundo do entretenimento e da cultura pop. Ouça, não seja Lótus, seja Meryl.

 

Sidney: Seja Meryl. Exatamente. E foi no grupo do Wanda, no grupo do Facebook do Wanda que eu conheci o Dá em Nada. Então, tá aí todo mundo amancebado na podosfera (risos). Todos juntinho.

 

(INÍCIO DO CLIPE DE ÁUDIO)

 

(ABERTURA DO PODCAST UM MILKSHAKE CHAMADO WANDA)

 

Phelipe: Está começando mais uma edição do podcast Um Milkshake Chamado Wanda! (todos aplaudem e comemoram)

 

Marina: hoje com Diego Bargas aqui.

 

Diego: Falando de coisa boa.

 

Samir: Falando de viagem…

 

Diego: Coisa boa, eu. Coisa boa, minha presença.

 

Marina: Iogurteira.

 

Samir: Coisa boa.

 

Phelipe: pensando que tava trazendo coisas boas pra esse podcast…

 

Samir: Energias, vibes.

 

Diego: Sempre trouxe boas vibes.

 

Phelipe: boas vibes, né.

 

Samir: É isso que importa.

 

Marina: A última coisa que eu vi o Samir falar, antes de começar, foi, “Porque você não é meu amigo!” O que você tava brigando com o Diego?

 

Samir: Porque o Diego falou que viu a primeira vez o meu vídeo com a Beyoncé.

 

Diego: vi esses dias. E é uma das coisas mais maravilhosas… É um dos motivos que esse podcast lacra.

 

Samir: É um dos motivos que esse podcast lacra?

 

Diego: Com certeza!

 

Phelipe: Ali você já vê o quanto ele é micão, né? O Samir.

 

Samir: Você já vê… O que… ali é só uma prévia de que estava pra vir…

 

Diego: Uma coisa maravilhosa, feminina, né.

 

Samir: Suuuuuper…

 

Marina: Eu apaguei…

 

Diego: Garota. Garota. Mulher.

 

Samir: Garota.

 

Marina: A gente fez uma live agora no Instagram, e o Samir tava cantando o funk dele, e eu não tive coragem de deixar lá.

 

Samir: Marina, eu vou cantar meu funk nesse programa, e vai ser o maior sucesso.

 

Diego: Sem medo de ser garota.

 

Phelipe: Como é que é o seu funk, Samir?

 

Samir: Pera aí, eu tenho que por a batida.

 

Marina: Ai, meu deus. Phelipe!

 

Diego: É seu funk por quê? É o seu tema, ou é uma composição sua?

 

Marina: Me ajuda!

 

Samir: É porque eu criei! É porque eu criei. Quer ver, pera aí.

 

Phelipe: Qual é o título do seu funk?

 

Samir: Kikka Na Piqa.

 

Phelipe: É tudo com K?

 

Samir: Hã?

 

Phelipe: Escreve tudo com K?

 

Samir: É K o primeiro, o segundo é dois Ks. E “piqa” é QA.

 

(FIM DO CLIPE DE ÁUDIO)

 

(Efeito sonoro: Yes, baby! Bam!)

 

Dann: E a próxima indicação, qual é, Sid?

 

Sidney: Minha próxima indicação é um podcast que eu escuto há muito tempo. Esse podcast, gente, já tem mais de 200 episódios e eu acho muito delicinha de escutar. Que é o Não Me Critica. Não Me Critica talvez tenha sido um dos primeiros podcasts LGBT da podosfera brasileira, porque ele já tá com mais de 200 episódios, já faz mais de 4 anos que ele tá no ar. Ele é feito por um pessoal carioca lá. O Thiago Arzakom, o Francisco Carbone, a Ana Paula Monsores e a Vanessa. Eles tem a Vanessa entre o grupo, que é a cota hétero lá, pra todos se sentirem representados. O pessoal hétero aí. E o pessoal não fala só sobre assuntos LGBTs. Eles falam de cotidiano. É um podcast sobre cotidiano. Sobre a vida, sobre o universo e tudo o mais, em geral. E é muito gostoso de acompanhar as conversas, porque são conversas sempre muito leves. Mesmo quando os temas são pesados, eles falam de uma maneira leve, despretensiosa. Se você não quer nada muito barra pesada, escuta lá o Não Me Critica, porque eles são legais, gente.

 

(INÍCIO DO CLIPE DE ÁUDIO)

 

(ABERTURA DO PODCAST NÃO ME CRITICA)

 

Thiago: Começando mais uma edição do Não Me Critica! Estamos aqui em mais uma quarta-feira pra trazer pra você mais um programa… A… (longo suspiro) Dá até uma… Uma agonia, né.

 

Francisco: O quê?

 

Thiago: Assim, porque essa…

 

Vanessa: Tá dando agonia ser brasileiro, né…

 

Thiago: É. Essa temporada do Não Me Critica, a gente prometeu aos ouvintes…

 

Francisco: Ah, tá!

 

Thiago: Temas mais leves, trazer temas engraçados. Trazer o Não Me Critica de volta pro que ele começou, quando ele começou. Quando ele nasceu, tinha uma proposta de trazer temas leves.

 

Vanessa: Coisas mais leves.

 

Thiago: Um bate papo com amigos, na mesa de bar. Só que na mesa de bar também tem temas sérios debatidos (Francisco ri). O que é, Francisco?

 

Francisco: Tô lembrando só que a gente já gravou um programa sobre o verão, lembra?

 

Thiago: Sobre o verão (Francisco ri alto). Então, esse vai ser comentado no programa de vergonhas que… O Não Me Critica também compartilha…

 

Francisco (entre risos): Era um picolé, lembra, Thiago? A imagem (ele ri alto).Maravilhoso.

 

Thiago: Eu acho que a gente tem pra todos os públicos, todo mundo…

 

Vanessa: eu queria dizer pra vocês, ouvintes, que o Francisco tá tão vermelho, que mais um pouquinho, ele fica da cor da camisa do NMC.

 

Thiago: Sim, fica verão.

 

Francisco: Não, gente, mas eu achei sensacional. Porque, cara, isso é o tipo de coisa que a gente espera que as pessoas gravem com 10 anos, né. Tipo, não tem mais tema, vamo falar sobre o verão…

 

Vanessa: O que eu fiz nas minhas férias?

 

Francisco: A gente falou sobre isso no primeiro ano (ele ri).

 

Ana Paula: Aquela redação de volta às aulas, mais ou menos isso.

 

Francisco: Maravilhoso!

 

Thiago: Então, neste programa, tem aqui Francisco Carbone.

 

Francisco: Olá, gente. Eu e o verão.

 

Thiago: Você e o verão.

 

Francisco: Não, ainda não. Primavera.

 

Thiago: Primavera. Entramos na primavera brasileira. Também temos Vanessa Santos.

 

Vanessa: Olá, meus amores.

 

Thiago: E também Ana Paula.

 

Ana Paula: Oi, amores. Tudo bom?

 

Thiago: Tudo bem com vocês? E também tem Thiago Arzacom, para mais um programa.

 

(FIM DO CLIPE DE ÁUDIO)

 

(FADE IN E FADE OUT DA TRILHA SONORA)

 

Dann: E agora, nós temos também uma indicação que é Os Filhos da Grávida de Taubaté. Gente, eu nunca rachei de rir tanto por um podcast, igual a esse Filhos da Grávida. Ele é feito…

 

Sidney: Né? Só o nome… (risos)

 

Dann: Ele é um meme, como é que fala? Clássico.

 

Sidney: uhum. Você já vai preparado, pelo nome você já se prepara.

 

Dann: Oh, a Maíra Medeiros do canal Nunca Te Pedi Nada no Youtube, e os criadores da página Diva Depressão no Facebook, Filipe Oliveira e Eduardo Camargo. Mas… Temos um grande “mas” com esse podcast. Quero puxar a orelha desse povo. Gente, eles não têm feed, eles estão no Sound Cloud e no Spotify, salvo me engano… E não é Salvo Melhor Juízo, com o Thiago Hansem.

 

Sidney: É, Danilo,  o filhos da Grávida de Taubaté foram um dos primeiros podcasts brasileiros a entrar no Spotify. Que o Spotify tem  podcast agora lá na plataforma, eles foram um dos primeiros a entrar. E eles começaram já nessas plataformas de streaming. Então, eles não têm feed. Eles tão lá no Spotify, no Sound Cloud, no Deeser e, por isso, não possuem feed. A gente que é ouvinte hard de podcast, a gente acha ruim porque fica difícil acompanhar sem o feed. Ter que acessar sempre que sai… Inclusive, solicitamos. Pessoal do filhos,  ajeita esse feed. Me ajuda, gente. Que o podcast de vocês é muito legal.

 

Dann: Eu sugiro que todo mundo que tiver ouvindo esse podcast faça aí a @filhosdagrávida, “Por favor, façam feed”. E ainda linka a gente lá, pra a gente poder fazer um grito. Quem sabe (risos)…

 

Sidney: Quem sabe, né. #CadêOFeed; pelo amor…

 

Dann: @filhosdagravida é o Twitter deles.

 

Sidney: Mas, com feed ou sem feed, gente, escuta, porque eles são muito divertidos.

 

(INÍCIO DO CLIPE DE ÁUDIO)

 

Maíra: Ai, meu deus do céu! Se não é o primeiro episódio desse podcast tão lindo e maravilhoso, que eu, Maíra Medeiros estarei várias vezes… Não sei com que frequência. Juntamente com esses dois maravilhosos.

 

Eduardo: Agora que você assinou o contrato com o demônio, minha filha, você vai ter que tá aqui todo dia, toda semana… Todo dia é muita coisa… (risos) A gente não consegue nem arrumar nossa cama todo dia, gente. Quer fazer podcast todo dia? Não dá.

 

Filipe: E o próximo passo é a gente virar uma girl band, quem sabe.

 

Maíra: Ai, gente, que sonho!

 

Eduardo: As nova Rouge, gente! A formação nova vai ser com a gente.

 

Filipe: Ah, quero ser a que fica rica.

 

Eduardo: Eu não me apresentei, eu não me apresentei, gente!

 

Filipe: Ah, é verdade.

 

Eduardo: Eu sou o Edu.

 

Filipe: Eu sou a Mel b. (risos)

 

Eduardo: Não!

 

Filipe: Eu sou o Felipe.

 

Eduardo: E até que enfim a gente tá num projeto, gente. Nós três. Vocês pediram tanto. Toda vez que a gente fazia vídeo junto, vinha os comentários lá, “Ai, faz alguma coisa, vocês três”. A gente tá fazendo. Mas a gente não tá fazendo porque a gente se gosta, não. A gente tá fazendo porque a gente quer dinheiro.

 

Filipe: Exatamente.

 

Maíra: Ai, migo, você precisava falar isso bem no primeiro episódio? (risos) Deixava um pouquinho pra depois, poder enganar essas pessoas…

 

Eduardo: Pro povo já ficar ciente do que tá acontecendo aqui. Desse jogo de interesses.

 

Filipe: Poderia ter feito que nem as Spices, né, fica uns anos fingindo que gosta, depois separa.

 

Maíra: Olha, não é pra falar das minhas Spice, não, queride. Cuidado com o que fala! Tamo aqui na minha casa…

 

Eduardo: Inclusive, no programa de hoje já podia ter umas Spice Girls tocando, né, gente, uma coisa bem de gente velha.

 

Maíra: Ai, amo. Vamos sim.

 

Filipe: Adoro!

 

Maíra: Gente, se você não tá entendendo como isso funciona, é o seguinte. Funciona da seguinte maneira, primeiro, você não pode colocar essa playlist no shuffle porque, se não, vai vir tudo embolado. Coloca pra tocar as músicas na sequência, é muito fácil, não é, gente?

 

Eduardo: É muito fácil, gente, você vai precisar de tesoura sem ponta! (risos)Cola bastão!

 

Filipe: Pra quem não sabe o que é shuffle, é o CHUFULE… (risos) Porque eu sempre falei CHUFULE.

 

Maíra: Mentira, amigo!

 

Filipe: Porque eu não sabia Inglês, né…

 

Maíra: Agora, repeat.

 

Filipe: É o repeat…

 

Eduardo: Repeat!

 

Maíra: Shuffle…*Felipe ri alto) Gente, a bicha é burra mesmo. Cuidado com a burra.

 

Filipe: Percebeu, né?

 

Eduardo: Eu não percebi. O que aconteceu?

 

Maíra: A gente falou “repeat”, ele, “É, repeat”. Achando que era uma das funções…

 

Filipe: Não, não pode. Tá errado.

 

Eduardo: Eu entendi… (bipe de censura)Ai, gente!

 

Filipe: A gente vai fazer um potinho do palavrão. Quem falar palavrão, vai botar uma moedinha.

 

Maíra: Adoro, vou sair riquíssima. Vamo jantar fora toda noite, depois desse podcast.

 

Eduardo: Não sei como, porque eu tô sem dinheiro. Todo mundo tá sem dinheiro aqui. O potinho sempre vai ficar vazio. Depois eu pago, depois eu pago. (risos) Não vai ter, gente.

 

(FIM DO CLIPE DE ÁUDIO)

 

(Efeito sonoro: Yes, baby! Bam!)

 

Sidney: Agora, eu vou indicar… Gente, olha, não podia faltar… Eu não podia… Eu ia o quê? Apanhar na rua, se eu não indicasse esse podcast aqui, porque é o podcast do meu coração, da minha alma, do meu espírito… (risos) Erika, um beijo… Vocês tem que… Olha, viado, se você gosta do HQ da Vida, você tem que escutar o SAD no Ar. Pelo amor de deus, é obrigação. Eu vou tomar sua carteirinha se você não for lá escutar eles também. Tem a Amanda… Lá é Amanda Nudes, aqui a gente entrevistou a Amanda Aguiar, que é o nome real dela. Tem (incompreensível) lá do SAD aqui também, a gente já fez, vocês já sabem a crocância, a cremosidade desse podcast, que é um podcast que dá conselhos amorosos e patéticos também, não é mesmo? Porque a vida também não pode ser só barra pesada. Lá você vai conseguir rir das barras de vida dos outros, pra você, de vez em quando, esquecer das suas próprias barras. Gente, o SAD é só amor.

 

Dann: Sabe aquele dia bosta? Coloca o SAD no Ar, que tudo se floreia. Você vai rachar de rir, vai esquecer dos seus problemas. Eu acho que vale muito a pena ouvir SAD no Ar.

 

Sidney: Sim, melhor remédio para a bad cotidiana, é o SAD no Ar. Ouça um episódio lá, você vai adorar.

 

(INÍCIO DO CLIPE DE ÁUDIO)

 

(ABERTURA DO PODCAST SAD NO AR, UMA REPRODUÇÃO DE CLIPE DE ÁUDIO)

 

Voz: Gente, Daniel Paladino na minha frente em Edron. Jogou uma magic wall! Jogou duas magic wall, gente! Jogou três magic wall! Na minha frente, gente! Tá me atacando, tá me atacando, gente! O Nécio chegou também, tá me atacando, tá me atacando, gente! O Johnny chegou agora. O Johnny e o solo. O Johnny e o solo. Gente, eu vou morrer! Ai, o Smith chegou, gente! Sono! Seu brocha inútil, vem me ajudar! Sono, vem me ajudar! Ai! Eu vou morrer, gente!

 

(FADE IN E FADE OUT DA TRILHA SONORA)

 

Leo: SAD no AR! (todos comemoram) Tão me atacando, gente! Tão me atacando!Me socorre, seu brocha!

 

Taylor: Gente!(risos)

 

Erika: Faz alguma coisa.

 

Leo: Faz alguma coisa! Hoje, o SAD tá…

 

Erika: Vou mandar logo uma wall em cima de você.

 

Luciano: Ah, gente, não sou capaz de opinar.

 

Leo: Hoje, o SAD tá em ritmo de gameplay. Apesar de não ter a nossa gamer oficial, Mandy Minage, novamente, por cortes orçamentários. Hoje, o SAD tá nessa vibe gostosa do gameplay. Então, eu sou Léo Instabeard Oliveira. E eu tô aqui com essa brocha que sempre me ajuda, Erika Troll Ribeiro.

 

Erika: Ai, gente, to quase mudando meu nome pra Érika Troll Gamer Ribeiro.

 

Leo: É, porque vai trazer muitos frutos.

 

Erika: Né? Negócio de ser gamer. Então, um abraço a todos, sejam bem vindos.

 

Leo: Ah, sua brocha! Tá me atacando, gente!

 

Erika: Me ajuda!

 

Leo: Érika, sabia que esse é um podcast muito especial?

 

Erika: Hum?

 

Leo: Esse é o último SAD em que…

 

Erika: de 2017. Já pensou?

 

Leo: Em que Dr. Nadark Room e Taylor Arrocha, estagiário, estarão solteiros, vivendo em pecado.

 

Erika: Por um minuto eu pensei que ia falar assim, é o último podcast que Dr. Nadark Room vai estar solteiro. E Taylor vai ficar como?(risos)

 

Leo: Já pensou?

 

Erika: Vai casar com quem, gentem?

 

Leo: Podia ser o último podcast de Dr. Nadark Room e Taylor, né. Ficar só nós…

 

Erika: Ah!

 

Luciano: Vocês que sabe!

 

Erika: Então, tá. Derruba agora. Quê? (risos)

 

Leo: Gente! Dr. Nadark, como você se sente nessa despedida de solteiro podcastiana? Você acha que…

 

Erika: Vocês tão se preservando?

 

Luciano: Claro, claro que nós estamos nos preservando.

 

Erika: Tem que revirginar.

 

Leo: Sempre com camisinha.

 

Luciano: Somos uma família decente, rapazes de família.

 

Leo: Tão até fazendo família, né? Fazendo neném.

 

Taylor: Uhum.

 

Leo: E Taylor Arrocha, como é que você se sente nesse momento?

 

Erika: Lindo.

 

Taylor: Neste momento, com sono. Mas…da situação como um todo…

 

Leo: Gente! Dizendo que o casamento dá sono. Que ele tá exausto com a ideia de casar.(risos)

 

Luciano: Nem casou ainda.

 

Erika: Já manda um Renato Russo, BSB, um tédio com T bem grande pra você.

 

Leo: Adoro, Dra. Teddy, né, Greysa?

 

Erika: Nossa, o fandom tá como?

 

Leo: Tá como?

 

Taylor: Só se fala em outra coisa.

 

Erika: Porra!

 

Leo: Ai, gente, acho que a gente tá meio bêbado nesse início, mesmo sem Amanda, sem gameplay, sem bebida.

 

Erika: Ai, gente, é que quando eu fico presa assim no canto e ninguém me ajuda… Né…

 

Leo: Nenhum brocha me ajuda…

 

Erika: Nenhum brocha me ajuda, eu fico assim. Perdida.

 

(FIM DO CLIPE DE ÁUDIO)

 

(Efeito sonoro: Yes, baby! Bam!)

 

Dann: E agora é um podcast que vamos indicar com mulheres maravilhosas, que é a Ira Croft, a Beatriz, a Tupá Guerra. Você vai ouvir o Ponto G…

 

Sidney: Gente, só mulherão da porra.

 

Dann: Só mulherão da porra, que falam sobre o quê? Mulherões da porra. Debate feminino sobre história, comportamento e estilo de vida. Você vai adorar, aprender, e também, se você é um homem cis hétero e estiver ouvindo isso, ter empatia por outras causas.

 

Sidney: E também vai aprender sobre figuras históricas que não tiveram o devido reconhecimento, simplesmente por serem mulheres e porque a história apaga a força das mulheres que resistiram bravamente à história. Mas como a história é contada por homens, elas acabam sendo esquecidas. Então, pra que a gente nunca esqueça, vai lá escutar o Ponto G.

 

(INÍCIO DO CLIPE DE ÁUDIO)

 

(VINHETA DE ABERTURA DO PODCAST PONTO G)

 

Locução: A partir de agora, você vai ouvir Ponto G, um programa pra tocar o feminino onde ele estiver.

 

(FADE IN E FADE OUT DA TRILHA SONORA)

 

Ira: Se você acha que a vida de empregada doméstica hoje está difícil, imagine nos anos 30. Fui uma das fundadoras da primeira associação de empregadas domésticas do Brasil. Minha luta me deu o apelido de “o terror das patroas”, numa época em que o trabalho doméstico ainda era mal considerado trabalho. Eu sou Laudelina de Campos Melo.

 

(FADE IN E FADE OUT DA TRILHA SONORA)

 

Ira: Olá, ouvintes. Sejam bem vindos a mais um Ponto G. Neste programa, falaremos sobre uma mulher forte e bela que sacudiu a sociedade nos anos 30, e continuou a lutar por toda a sua vida. Convidamos vocês a ouvir e seguir essa jornada de aprendizado com a gente. Eu sou Ira Croft. E aqui comigo…

 

Tupá: Tupá Guerra.

 

Lili: E Lili Ribeiro.

 

(FADE IN E FADE OUT DA TRILHA SONORA)

 

(FIM DO CLIPE DE ÁUDIO)

 

Dann: E linkando com mulheres fortes, qual o próximo podcast, Sid?

 

Sidney: Podcast o próximo que eu vou indicar também com mulherões da porra, que é o podcast As Mathildas. Se bem que tem o H, né. Deve ser As MaTHIldas. (risos) Não sei. As Mathildas que é um podcast sobre cultura e entretenimento sobre audiovisual, só que sempre pegando um ponto de vista feminino, ou por que não dizer feminista, sobre esses temas. Então, se você quiser ouvir opiniões e desconstruções sobre a cultura pop e a cultura do audiovisual contemporâneo, a partir desse olhar feminino, passa lá nas Mathildas que você vai ter conteúdo maravilhoso. Inclusive, tem um sobre pornografia. E ouvir falar sobre pornografia do ponto de vista feminino é importantíssimo, é maravilhoso pra você entender qual o problema da pornografia e de que modos a gente tem que ainda melhorar mesmo isso.

 

Dann: Inclusive, falar sobre pornografia, é até interessante em tempos meio estranhos que estamos vivendo.

 

Sidney: Não é?

 

(INÍCIO DO CLIPE DE ÁUDIO)

 

(ABERTURA DO PODCAST AS MATHILDAS)

 

Locução: As Mathildas, no cinemação.com

 

(FADE IN E FADE OUT DA TRILHA SONORA)

 

Grecia: Salve, salve, você que está ouvindo As Mathildas, de novo aqui com a gente. Ou é sua primeira vez com a gente. É nosso 14º episódio. Estamos aqui com você de novo, não é mesmo? Depois de 15 dias sumidinhas, nós aparecemos. E hoje nós temos uma convidada, convidada especial da Iole , que é super incrível, tem um monte de coisa pra contar pra a gente, que também já é de um assunto bem bacana. Então, Iole.

 

Iole: Eu!

 

Grecia: Conta aqui pra a gente, quem é que tu chamou pra falar com essa galera?

 

Iole: Eu chamei apenas a professora mais maravilhosa de toda a Universidade Federal Fluminense pra falar com a gente.

 

Ana: Olha ela! (risos)

 

Iole: Eu tive várias matérias com ela durante a minha graduação. Já tô com saudades, inclusive, que eu não vou pegar mais, agora é só TCC. E ela é maravilhosa, nem falou o nome ainda, né? A gente tá só falando que ela é…

 

Grecia: Não, a gente já vai contar dela. A gente tá só fazendo um teaser. Só pra a pessoa ficar com vontade…

 

(FIM DO CLIPE DE ÁUDIO)

 

(FADE IN E FADE OUT DA TRILHA SONORA)

 

Dann: E, Sid, pra finalizar, fechar com outro mulherão da porra, né…

 

Sidney: Ai, gente, meu sonho de princesa essa pessoa aqui no HQ da Vida com a gente. Não é mesmo? Quem?

 

Dann: Luiza Braga, do Lado (B)lack. Gente, o Lado (B)lack era do É Pau É pedra, um spin off do É Pau É pedra lá da Cracóvia, e que hoje cresceu e está lá com seu site próprio, seu feed próprio, e com o mesmo elenco de hosts lá. E entre eles tem a Luiza Braga, maravilhosa.

 

Sidney: Ai, Luiza, olha… E o Lado (B)lack é a perspectiva do jovem negro sobre os temas da atualidade. Você que nunca pensou sobre racismo porque aí tá muito confortável no seu privilégio, se você for branco, vai lá ver essa perspectiva. Pra mim, é muito legal ouvir o Lado (B)lack porque eu fico redescobrindo coisas que eu, de outro modo, não conseguiria sozinho descobrir. E é importante a gente ter essa perspectiva também de diversos ângulos, não é mesmo? Sem falar que também, gente, tem a Luiza Braga, que é um mulherão da porra, mas tem uns homão da porra lá também. Tem o Rafael Chino, o Pedro Maciel.

 

Dann: E também já teve o Daniel Diogo lá com eles por um tempo. Inclusive, o Daniel Diogo já gravou também podcast conosco aqui no HQ da Vida. Um dos primeiros programas, vocês podem conferir. Ok?

 

Sidney: Vai lá também. Gruda nesse feed também, gente, que é sucesso.

 

(INÍCIO DO CLIPE DE ÁUDIO)

 

(ABERTURA DO PODCAST LADO (B)LACK)

 

Luiza: Saravá, galera. Primeiramente, fora Temer. Segundamente, aqui é Luiza Braga. E a gente vai começar mais um Lado (B)lack. Estão comigo nessa gravação maravilhosa os queridíssimos Rafael Chino.

 

Rafael: Fala galera!

 

Luiza: John Razen.

 

John: Olá, pessoas.

 

Luiza: E nós temos um convidado muito especial. Nós temos aqui com a gente o Túlio, do Coletivo Sistema Negro. Diz aí boa noite pra a galera, Túlio.

 

Túlio: boa noite, pessoal. Tudo bom?

 

Luiza: Tudo ótimo. Nós juntamos aqui essa galera especial, esses homens especiais porque hoje nós vamos falar sobre masculinidades. Masculinidades negras. Vamos aí discutir essa construção de gênero que muito atinge os homens negros, obviamente, em suas particularidades, nas suas construções. Atinge também a nós, mulheres negras. E é um assunto que a gente precisa começar a conversar mais. A gente vê muito papo já sobre feminismo, a construção do gênero feminino, o que é essa feminilidade. E nós temos visto cada vez mais crescer essa discussão com relação à masculinidade, que também é muito necessário que a gente pare, reflita. E desconstrua. Pra que a gente discuta cada vez mais esse tema.

 

(FIM DO CLIPE DE ÁUDIO)

 

Dann: Enfim, chegamos ao fim.

 

Sidney: Olha só, você experimentou um gostinho aí desses 10 podcasts. A gente vai relembrar pra vocês que vocês podem acessar a lista inteira desses e de mais 30 podcasts que são amigos da diversidade na podosfera. Tem outros maravilhosos que a gente não citou aqui, mas que mereciam outro podcast pra a gente fazer a lista inteira. Vocês vão lá e conferem todos e vocês vão rechear o seu agregador de feed, seu feed vai ficar todo trabalhado no ARCOÍRO.

 

Dann: Isso aí, pessoal. E caso vocês queiram entrar em contato conosco, como vocês podem fazer isso, Sid?

 

Sidney: Olha só, a gente quer que a lista cresça. Então, você vai lá no WWW.hqdavida.com.br na postagem desse episódio, você vai acessar o nosso formulário e indicar o seu podcast amigo da diversidade também, pra a gente aumentar aqui. Se você quiser entrar em contato com a gente, a gente recebe emails, cartinhas, telegramas, cartas de amor no hqdavida@gmail.com; a gente também tá lá no facebook.com/hqdavida; ou no Twitter no @hqdavida; Também temos o Medium, que é @hqdavida. E o Youtube, nosso canal, você procura lá por “HQ da Vida Podcast”. Sempre pedindo… Ai, meu deus, eu ainda tenho que pedir? Gente, pra vocês irem lá no iTunes e nos darem 5 estrelinhas, pra ver se a gente brilha e deixa aquele iTunes mais colorido também, gente. Vem com a gente.

 

Dann: E o Sidney pede pra você dar estrelinhas. Você sabe o que eu peço? Ajude-nos a manter o podcast no ar. Gente, a gente não quer ser rico, a gente só quer, na verdade, custear. Existe um custo pra manter esse podcast no ar. Então, caso você goste dessa ideia, goste desse projeto, fala assim, “Esses viados são arretados”, então nos ajude lá no Patreon, que é WWW.patreon.com/hqdavida; ou no Padrim, que termina com M, não é “padrinho”, é um Padrim bem mineiro mesmo, então é WWW.padrim.com.br/hqdavida;

 

Sidney: Um xero, e até o nosso próximo HQ. Tchau, gente. Feliz Dia do Podcast!

 

Dann: Feliz Dia do Podcast! Até daqui a pouco…

 

(FADE IN E FADE OUT DA TRILHA SONORA)

 

(BLOOPERS)

 

FIM

 

Transcrito por Sidney Andrade

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